3bits Recomenda 23.06.2015

Os wearables vão nos transformar em Cyborgs

Os wearables vão nos transformar em Cyborgs

De acordo com o Dicionário Oxford, cyborg é um substantivo usado para se referir a “uma pessoa fictícia ou hipotética cujas habilidades físicas são estendidas além das limitações humanas normais por elementos mecânicos incorporados ao corpo”.

Esse termo é muito conhecido, especialmente entre os fãs de ficção científica, mas diferente do que a nossa mente é capaz de imaginar, ser um cyborg na vida real não exige que você retire partes do seu corpo e as substitua por peças mecânicas. O simples ato de usar um óculos, por exemplo, já nos torna um cyborg, pois estamos utilizando um mecanismo que melhora o que temos de orgânico.

E com os wearables estamos cada vez mais próximos dessa realidade. Eles vão muito além de relógios de pulso tecnológicos, estão presentes também em óculos que não melhoram a visão mas nos fazem enxergar de maneira completamente diferente e até mesmo tatuagens digitais que permitem controlar o sistema de bloqueio da tela de um celular. Com tantas possibilidades, um caminho interessante é tornar esses avanços acessíveis trazendo melhorias para a vida das pessoas.

Qcore-Iphone-Duncan-Fitzsimons-Vitamins_644

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Como o Qardio e seus produtos. Além de wearables que medem a pressão sanguínea, seu último lançamento, o QardioCore, monitora os batimentos cardíacos do usuário emitindo relatórios médicos precisos diretamente para seu smartphone. Uma opção prática e acessível para manter a saúde em dia.

Foto: Cuff

Foto: Cuff

Ou o Cuff, um pequeno dispositivo que pode ser colocado em diferentes peças de joias e conectado ao smartphone registra atividades físicas, envia notificações de ligações e por ele é possível também avisar a uma rede de contatos pré determinada onde você está e se corre perigo.

Foto: Google

Foto: Google

Outros são projetos em desenvolvimento, como as lentes de contato idealizadas pelo Google que, em um futuro próximo, serão capazes de medir níveis de glicose recolhendo lágrimas ao invés de amostras de sangue.

Esses são alguns exemplos de como adicionar pequenos dispositivos ao nosso corpo pode nos proteger, registrar funções e nos manter sempre conectados. Assim, mesmo que o futuro de se tornar um ser humano mecânico (e melhor) esteja longe, damos passos significativos em direção à um caminho que pode nos aprimorar.

Conhece algum wearable interessante que não está nessa lista? Mande para a gente nos comentários!

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