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	<description>Estúdio Criativo</description>
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		<title>Dia Mundial da Internet: quem tem medo de comemorar?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 22:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>3bits</dc:creator>
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		<description><![CDATA[17 de maio é o Dia Mundial da Internet. Criado pela ONU em 2005 para comemorar e incentivar a inclusão digital, a meta de união e interação dos povos através da web é uma realidade comum em muitos países, mas não em todos. De acordo com a União Internacional da Comunicação (UIT) apenas 35% da população mundial tem acesso à internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que hoje é o Dia Mundial da Internet? A data foi criada pela ONU em 2005 e é chamada originalmente de “Dia Mundial da Sociedade da Informação”. O objetivo é lembrar, comemorar e incentivar a inclusão digital, a fim de interligar os povos dos países desenvolvidos e subdesenvolvidos através da grande rede mundial. Oito anos após a criação da data essa meta de união e interação é uma realidade comum em muitos países. Mas não em todos.</p>
<p>Um levantamento da União Internacional da Comunicação (UIT), órgão da ONU fundado em 1865 que deu origem à data comemorativa de hoje, revela que apenas 35% da população mundial tem acesso à internet, em casa ou lan houses. Traduzindo em miúdos: 2,5 bilhões de pessoas no mundo podem acessar a internet, contra 4,5 bilhões de pessoas que não acessam a rede de nenhuma forma.</p>
<p>Os dados acima foram divulgados no início desse ano e poderiam ser considerados até razoáveis, não fosse uma situação que gera uma defasagem ainda maior: muitos países têm o acesso à rede controlado por entidades políticas e governamentais. De acordo com a ONG <a href="http://en.rsf.org/" target="_blank">Repórteres Sem Fronteiras</a> várias nações ainda impõem aos seus povos grandes restrições no uso da internet.</p>
<p><a href="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/05/imagem-post.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2227" title="imagem-post" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/05/imagem-post.jpg" alt="" width="580" height="279" /></a></p>
<p>Arábia Saudita, Cuba, Egito, Irã, Coreia do Norte, Síria e Vietnã são alguns exemplos de nações que controlam o acesso à internet para evitar que seus usuários sejam alcançados por informações consideradas “indesejáveis”. Na Coreia do Norte, por exemplo, só existem dois sites registrados: o órgão de controle de uso da rede e o portal oficial do governo. Além disso não existem provedores de internet no país – a única maneira de acesso disponível são os cibercafés autorizados pelo governo e constantemente vigiados por policiais. Em Cuba a situação é ainda pior: há apenas um cyber que cobra aproximadamente US$6/hora para acesso a sites estrangeiros. E nem esse acesso pago está livre do controle do governo.</p>
<p>A China é outro país com acesso controlado, mas de uma forma menos rígida que os outros, o que ainda lhe permite ser a nação com <a href="http://www.noteshared.com/2013/03/menos-de-35-da-populacao-mundial-tem.html" target="_blank">maior número de pessoas conectadas no mundo</a>. Para um país tão grande a estatística é modesta: 38% da população, ou aproximadamente 511 milhões de pessoas, têm acesso à rede, numa nação que abriga 1,3 bilhão de habitantes. Apesar de não ser um número expressivo, ter quase 1/5 da população acessando a internet (mesmo sob controle do governo) representa uma conquista para a inclusão digital mundial e uma esperança para outras nações em situação parecida de controle sobre a rede.</p>
<p>Ainda que o quadro retratado acima seja inimaginável na era da tecnologia como facilitadora da comunicação e das relações humanas – e no nosso caso, como negócio e ferramenta de trabalho -, temos sim motivos para comemorar: o estudo da UIT revela que <a href="http://www.tecnoetc.com.br/2013/03/04/ate-o-final-de-2013-60-populacao-mundial-ainda-nao-tera-internet/" target="_blank">há 10 anos apenas 10% da população mundial tinha acesso à internet</a>. O crescimento é tímido, mas a meta da ONU é que um dia todos possam ter acesso livre à rede, com boas condições técnicas e sem censura. Agora que você já sabe que vive num país mais livre do que talvez imaginasse, comemore! Pode não ser o seu caso, mas provavelmente a única censura à internet que alguns brasileiros enfrentam são os bloqueios aos sites de entretenimento feitos pelo setor de TI das empresas onde trabalham.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/05/pagina_bloqueada.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2220" title="pagina_bloqueada" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/05/pagina_bloqueada.jpg" alt="" width="580" height="244" /></a></p>
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		<title>Tecnologia 3D na palma da mão</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 13:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>3bits</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não faz muito tempo que a tecnologia 3D virou febre nos cinemas e televisores mundo a fora. Em 2010 ela chegou ao Nintendo 3DS, console portátil para games que possibilitou ao usuário ver imagens em terceira dimensão sem usar óculos especiais, mas por um preço relativamente alto (atualmente US$200 no exterior). Agora o 3D sem óculos está ainda mais perto dos aficionados por tecnologia. Criada para smartphones, tablets e iPods por US$34.95 (aproximadamente R$70), a novidade já tem nome e condições tentadoras de pré-venda: a película EyeFly 3D pode ser comprada até 01/05 com frete grátis para qualquer lugar do mundo. Por outro lado, o acesso ainda é limitado aos proprietários de iPhone 5 e iPod Touch 5ª geração. A promessa é que em breve esteja disponível também para o iPad 4 e para o smartphone da Samsung Galaxy S4. A EyeFly 3D tem promessas interessantes e multifunções: além de proteger a tela do seu dispositivo contra avarias, seus criadores afirmam que a película proporciona a possibilidade de ver imagens e vídeos em 3D no seu tablet, smartphone ou iPod sem a necessidade de óculos, em formato retrato ou paisagem, e sem interferir na resolução normal (2D) do seu aparelho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não faz muito tempo que a tecnologia 3D virou febre nos cinemas e televisores mundo a fora. Em 2010 ela chegou ao <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nintendo-apresenta-portatil-3d-oculos-570000" target="_blank">Nintendo 3DS</a>, console portátil para games que possibilitou ao usuário ver imagens em terceira dimensão sem usar óculos especiais, mas por um preço relativamente alto (atualmente US$200 no exterior). Agora o 3D sem óculos está ainda mais perto dos aficionados por tecnologia. Criada para smartphones, tablets e iPods por US$34.95 (aproximadamente R$70), a novidade já tem nome e condições tentadoras de pré-venda: a película <a href="http://eyefly3d.com/" target="_blank">EyeFly 3D</a> pode ser comprada até 01/05 com frete grátis para qualquer lugar do mundo. Por outro lado, o acesso ainda é limitado aos proprietários de iPhone 5 e iPod Touch 5ª geração. A promessa é que em breve esteja disponível também para o iPad 4 e para o smartphone da Samsung Galaxy S4.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2206" title="EyeFly 3D" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/EyeFly-3D.png" alt="" width="580" height="286" /></p>
<p>A EyeFly 3D tem promessas interessantes e multifunções: além de proteger a tela do seu dispositivo contra avarias, seus criadores afirmam que a película proporciona a possibilidade de ver imagens e vídeos em 3D no seu tablet, smartphone ou iPod sem a necessidade de óculos, em formato retrato ou paisagem, e sem interferir na resolução normal (2D) do seu aparelho como fazem outras películas disponíveis no mercado. Lançado no início desse mês, o gadget já conta com aplicativos específicos para seu funcionamento, que serão vendidos na App Store e Google Play à medida que a película for disponibilizada para cada modelo de aparelho.</p>
<p>Para ter conteúdo tridimensional em seu aparelho o usuário da película terá duas opções: acessar vídeos disponíveis no YouTube ou criar seu próprio conteúdo com qualquer câmera que filme em 3D estereoscópico. No vídeo abaixo você pode ver um pouco mais sobre a tecnologia usada na EyeFly 3D. Ela foi criada por pesquisadores do Institute of Materials Research and Engineering (IMRE) e do Politécnico de Temasek, ambos em Singapura, e levou cinco anos para ser desenvolvida:</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ATLeU_avV-o?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ATLeU_avV-o?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Apesar do 3D sem óculos não ser totalmente uma novidade (já que o Nintendo 3DS está disponível no mercado desde fevereiro/2011), a película de plástico desenvolvida pela empresa <a href="http://www.nanoveu.com/" target="_blank">Nanoveu</a> usa uma tecnologia pioneira. 500 mil nano lentes renderizam qualquer conteúdo em 3D proporcionando a imagem a “olho-nu” sem necessidade de óculos especiais. As nano lentes enviam informações ligeiramente diferentes para cada olho do usuário, o que permite a formação de uma imagem estereoscópica – aquela imagem que parece “saltar” para fora da tela. O mesmo processo foi usado no Nintendo 3DS, mas no caso do console as imagens estereoscópicas são projetadas pelo <a href="http://www.tecmundo.com.br/video-game/1117-o-que-e-parallax-.htm" target="_blank">efeito parallax</a> do Parallax Barrier, dispositivo que fica atrás da tela do Nintendo 3DS determinando os pixels que serão exibidos em cada quadro e direcionando cada um para um olho do usuário em ordem sequencial.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2213" title="nintendo_3DS" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/nintendo_3DS.png" alt="" width="580" height="533" /></p>
<p>Um exemplo “simples” de 3D estereoscópico é o do filme americano Avatar, pioneiro no uso da estereoscopia no cinema, que transformou o 3D convencional em alta definição. A diferença é que para ver as imagens de Avatar “saltando” da tela era necessário o uso de óculos especiais, já que a tela do cinema é “convencional”. No caso da EyeFly 3D a tecnologia que possibilita enxergar as imagens dessa forma vai direto para a tela do seu dispositivo, por isso os óculos não são necessários. Aí você deve estar se perguntando por que o 3D sem óculos ainda não foi implantado nas grandes telas das TV’s e do cinema. A resposta é simples: distância e individualidade. A estereoscopia e o efeito parallax só funcionam em distâncias curtas, de até no máximo 60 cm entre a tela e o usuário.  Ainda assim o posicionamento da pessoa bem em frente à tela é fundamental para garantir a perfeita visualização da imagem tridimensional sem óculos. Se várias pessoas visualizam uma mesma tela ao mesmo tempo (como no caso do cinema ou TV) nem todas conseguirão ver a imagem em 3D estereoscópico com perfeição, pois não foi inventado um sistema que envie as imagens de forma sistêmica para os olhos de várias pessoas ao mesmo tempo.</p>
<p>Achou complicado? Dá uma conferida <a href="http://www.tecmundo.com.br/nintendo/4974-como-funciona-o-efeito-tridimensional-do-3ds-.htm" target="_blank">nesse artigo do TecMundo</a> que explica de forma detalhada o efeito tridimensional do Nintendo 3DS e ilustra a estereoscopia e o efeito parallax num simples infográfico.</p>
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		<title>Acessibilidade 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 15:24:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pensando em quem realmente precisa, brasileiros criam projetos que aliam tecnologia às necessidades dos deficientes visuais, auditivos e físicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que a tecnologia facilita (e muito) o dia-a-dia das pessoas a gente nem precisa falar. Mas você já parou pra pensar como a tecnologia pode ajudar quem realmente precisa? Se ainda não pensou, inspire-se com exemplos que aliam a tecnologia às necessidades das pessoas com deficiência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2199" title="chip-instalado-no-acessc3b3rio-armazena-mensagens-gravadas-anteriormente-e-as-reproduz-quando-botc3a3o-c3a9-acionado-primeiro-modelo-jc3a1-foi-aprovado" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/chip-instalado-no-acessc3b3rio-armazena-mensagens-gravadas-anteriormente-e-as-reproduz-quando-botc3a3o-c3a9-acionado-primeiro-modelo-jc3a1-foi-aprovado1.jpg" alt="" width="582" height="322" /><br />
Começamos pelo <a title="Cabide que fala ajuda deficientes visuais a escolher o que vestir" href="http://98fm.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=1959" target="_blank">cabide que fala</a>, cuja função é ajudar pessoas cegas a identificarem suas roupas sozinhas com mais facilidade. Criado por duas irmãs de Petrópolis (RJ), o cabide possui um chip que armazena mensagens e é ligado a um alto-falante. A ideia é que o deficiente visual pressione um botão na parte de trás do cabide e grave uma mensagem que identifique a peça que será pendurada no objeto (por exemplo: “Esta é sua camisa de malha preta”). Depois, quando for escolher uma roupa, basta que a pessoa pressione um botão na frente do cabide para ouvir qual peça está ali. A tecnologia nesse caso é o facilitador, mas também representa uma dificuldade para ampliar a produção dos cabides: o chip utilizado atualmente na invenção é importado da China, pois as autoras da ideia não encontraram fabricantes da mesma tecnologia no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2200" title="handtalk" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/handtalk1.jpg" alt="" width="582" height="300" /></p>
<p>Outro projeto legal também desenvolvido por brasileiros é o <a title="Software brasileiro traduz internet para surdos e ganha prêmio da ONU" href="http://sonoticiaboa.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2998:software-brasileiro-traduz-internet-para-surdos-e-ganha-premio-da-onu&amp;catid=60:tecnologia&amp;Itemid=30" target="_blank">Mãos que Falam</a>. O software é direcionado aos deficientes auditivos que não entendem bem a língua portuguesa ou são analfabetos. Funciona assim: Hugo, o avatar do programa, é um personagem que usa as mãos para conversar com os usuários, traduzindo conteúdos digitais para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). A função inversa – converter em texto as respostas dadas em libras pelos usuários – está nos planos dos três alagoanos criadores do projeto. Hoje o software é comercializado através de licenças da versão web, que pode ser instalada em qualquer site para torná-lo acessível. Mas os planos dos inventores brasileiros são ambiciosos: eles prevêem para o segundo semestre desse ano o lançamento oficial do aplicativo para celular em versões para diferentes sistemas operacionais &#8211; tudo gratuito para o usuário final!</p>
<p>Um terceiro projeto que merece destaque é o <a title="ACCESSIBILITY VIEW: Google Street View para cadeirantes" href="http://98fm.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=2015" target="_blank">Accessibility View</a>, definido por seu criador (brasileiro!) como um “Google Street View para cadeirantes”. A ideia do paulista Eduardo Battiston foi a vencedora do <a title="Google Creative Sandbox Brief" href="http://www.creativesandbox.com.br/" target="_blank">Creative Sandbox Brief 2012</a>, concurso promovido pelo Google para premiar projetos que usam criatividade e tecnologia para melhorar a vida das pessoas. O funcionamento é semelhante ao Street View convencional, mas seu foco é sugerir o itinerário mais seguro para os deficientes físicos que dependem da cadeira de rodas para se locomover. A ideia do inventor do Accessibility View para mapear os melhores trajetos da cidade de São Paulo é acoplar câmeras fotográficas às cadeiras de rodas dos membros da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), instituição com a qual ele espera conseguir uma parceria para executar o mapeamento. As câmeras farão registros panorâmicos em 360º, semelhante ao trabalho feito pelos carros do Google que mapeiam as ruas das cidades para o Street View. A diferença nesse caso é o tempo: enquanto uma frota de automóveis mapeou a metrópole São Paulo em um ano e meio para o Google, Battiston prevê pelo menos o dobro desse tempo para execução do serviço pelos cadeirantes para seu projeto.</p>
<p><object width="582" height="327" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OO4L1lpbuu8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="582" height="327" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/OO4L1lpbuu8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Outro ponto interessante do Accessibility View é a possibilidade de qualquer usuário, cadeirante ou não, dar dicas de trajetos para os deficientes físicos e até denunciar, em tempo real, os pontos de acessibilidade mais críticos de sua cidade. Você deve estar se perguntando por que um projeto tão bacana ainda não foi totalmente executado né? A resposta é grana! O inventor do Accessibility View sonha em conseguir um suporte financeiro do Google para colocar sua invenção em prática, cujo orçamento inicial é de R$1 milhão. Ele ainda vai além: quer acrescentar o botão “cadeiras de rodas” aos quatro que o Google Street View possui hoje (carro, ônibus, bicicleta e a pé).</p>
<div></div>
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		<title>3bits fatura três prêmios Minas de Comunicação 2013</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 15:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>3bits</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada aconteceu a cerimônia de premiação do Prêmio Minas de Comunicação 2013, uma iniciativa do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Minas Gerais (SINAPRO-MG), com o apoio de várias entidades do mercado da comunicação do estado. Durante o evento foram anunciados os vencedores e a 3bits faturou prêmios na categoria digital: - uma prata pelo projeto Sync/Lost O Sync/Lost é uma interface interativa desenvolvida pela 3bits onde, através de um gráfico e usando controles de Nintendo Wii e fones de ouvido individuais, os usuários podem conhecer parte da história da música eletrônica navegando por cinco principais estilos: House, Techno, Ambient, Breakbeat e Hip Hop. O projeto foi desenvolvido em Processing, uma linguagem de programação de código aberto que permite a criação gratuita de imagens, animações e interações. Em outubro de 2010 foi escolhido para integrar a exposição Smirnoff@Nightlife, em São Paulo, e em 2011 chegou à Casa Cor Minas Gerais. &#160; - um bronze pelo projeto Nevermind 20th O Nevermind 20th foi criado pela 3bits para comemorar o 20º aniversário do álbum Nevermind da banda Nirvana. Utilizando o recurso de realidade aumentada, o clipe funciona como um mixer de áudio onde cada membro da banda tem uma animação/vídeo tocando simultânea ou individualmente na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada aconteceu a cerimônia de premiação do Prêmio Minas de Comunicação 2013, uma iniciativa do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Minas Gerais (SINAPRO-MG), com o apoio de várias entidades do mercado da comunicação do estado. Durante o evento foram anunciados os vencedores e a 3bits faturou prêmios na categoria digital:</p>
<p>- uma prata pelo projeto <a href="http://premios.3bits.net/synclost/" target="_blank">Sync/Lost</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2168" title="sync_lost" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/sync_lost.jpg" alt="" width="620" height="413" /></p>
<p>O <strong>Sync/Lost</strong> é uma interface interativa desenvolvida pela 3bits onde, através de um gráfico e usando controles de Nintendo Wii e fones de ouvido individuais, os usuários podem conhecer parte da história da música eletrônica navegando por cinco principais estilos: House, Techno, Ambient, Breakbeat e Hip Hop. O projeto foi desenvolvido em <a href="http://www.processing.org/" target="_blank">Processing</a>, uma linguagem de programação de código aberto que permite a criação gratuita de imagens, animações e interações. Em outubro de 2010 foi escolhido para integrar a exposição <a href="http://3bits.net/tag/smirnoff/" target="_blank">Smirnoff@Nightlife</a>, em São Paulo, e em 2011 chegou à <a href="http://3bits.net/2011/synclost-na-casa-cor-2011/" target="_blank">Casa Cor Minas Gerais</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- um bronze pelo projeto <a href="http://premios.3bits.net/nevermind20th/" target="_blank">Nevermind 20th</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2169" title="nevermind.20th" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/nevermind.20th.jpg" alt="" width="779" height="315" /></p>
<p>O <strong>Nevermind 20th</strong> foi criado pela 3bits para comemorar o 20º aniversário do álbum Nevermind da banda Nirvana. Utilizando o recurso de realidade aumentada, o clipe funciona como um mixer de áudio onde cada membro da banda tem uma animação/vídeo tocando simultânea ou individualmente na tela. É possível ouvir apenas vocais de Kurt (vocalista) + guitarra ou baixo e bateria juntos, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- um anuário pelo <a href="http://premios.3bits.net/cocacolabrasil/" target="_blank">site Coca-Cola Brasil</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2167" title="novo_site_coca-cola_brasil" src="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/novo_site_coca-cola_brasil.jpg" alt="" width="779" height="315" />O <strong>novo site da Coca Cola Brasil</strong><strong> </strong>surgiu de uma parceria entre a 3bits e a DPZ. Durante o desenvolvimento do projeto, que levou aproximadamente dez meses, a preocupação principal era melhorar a experiência do usuário e tornar o site acessível a todas as pessoas por meio do design, da arquitetura da informação e da usabilidade. Se você quiser conhecer mais sobre esse projeto, <a href="http://3bits.net/projeto/coca-cola-brasil/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>A lista completa você pode ver <a href="http://3bits.net/wp-content/uploads/2013/04/Prêmio-Minas-2013-Medalhas-DIVULGAÇÃO.xlsx" target="_blank">aqui</a><strong> </strong>(arquivo no formato “.xlsx”)</p>
<p>Premiações como essa são importantes para entender melhor o nosso trabalho. É uma oportunidade de encontrar outros profissionais, debater projetos interessantes e principalmente discutir como as agências podem trabalhar em conjunto para melhorar o nosso mercado. Um bom exemplo é a <a href="http://www.minasmarca.com/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=18712" target="_blank">análise do Diretor de Criação da Filadélfia, Dan Zecchinelli</a>, publicado no Minas Marca. Vale a leitura.</p>
<p>Mais do que simplesmente premiar as melhores peças feitas durante o ano, o prêmio Minas de Comunicação precisa cada vez mais se tornar um fórum de discussão. É a nossa expectativa para os próximos anos. E podem contar com a 3bits.</p>
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