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Tag: celular

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Tecnologia 3D na palma da mão

Não faz muito tempo que a tecnologia 3D virou febre nos cinemas e televisores mundo a fora. Em 2010 ela chegou ao Nintendo 3DS, console portátil para games que possibilitou ao usuário ver imagens em terceira dimensão sem usar óculos especiais, mas por um preço relativamente alto (atualmente US$200 no exterior). Agora o 3D sem óculos está ainda mais perto dos aficionados por tecnologia. Criada para smartphones, tablets e iPods por US$34.95 (aproximadamente R$70), a novidade já tem nome e condições tentadoras de pré-venda: a película EyeFly 3D pode ser comprada até 01/05 com frete grátis para qualquer lugar do mundo. Por outro lado, o acesso ainda é limitado aos proprietários de iPhone 5 e iPod Touch 5ª geração. A promessa é que em breve esteja disponível também para o iPad 4 e para o smartphone da Samsung Galaxy S4.

A EyeFly 3D tem promessas interessantes e multifunções: além de proteger a tela do seu dispositivo contra avarias, seus criadores afirmam que a película proporciona a possibilidade de ver imagens e vídeos em 3D no seu tablet, smartphone ou iPod sem a necessidade de óculos, em formato retrato ou paisagem, e sem interferir na resolução normal (2D) do seu aparelho como fazem outras películas disponíveis no mercado. Lançado no início desse mês, o gadget já conta com aplicativos específicos para seu funcionamento, que serão vendidos na App Store e Google Play à medida que a película for disponibilizada para cada modelo de aparelho.

Para ter conteúdo tridimensional em seu aparelho o usuário da película terá duas opções: acessar vídeos disponíveis no YouTube ou criar seu próprio conteúdo com qualquer câmera que filme em 3D estereoscópico. No vídeo abaixo você pode ver um pouco mais sobre a tecnologia usada na EyeFly 3D. Ela foi criada por pesquisadores do Institute of Materials Research and Engineering (IMRE) e do Politécnico de Temasek, ambos em Singapura, e levou cinco anos para ser desenvolvida:

Apesar do 3D sem óculos não ser totalmente uma novidade (já que o Nintendo 3DS está disponível no mercado desde fevereiro/2011), a película de plástico desenvolvida pela empresa Nanoveu usa uma tecnologia pioneira. 500 mil nano lentes renderizam qualquer conteúdo em 3D proporcionando a imagem a “olho-nu” sem necessidade de óculos especiais. As nano lentes enviam informações ligeiramente diferentes para cada olho do usuário, o que permite a formação de uma imagem estereoscópica – aquela imagem que parece “saltar” para fora da tela. O mesmo processo foi usado no Nintendo 3DS, mas no caso do console as imagens estereoscópicas são projetadas pelo efeito parallax do Parallax Barrier, dispositivo que fica atrás da tela do Nintendo 3DS determinando os pixels que serão exibidos em cada quadro e direcionando cada um para um olho do usuário em ordem sequencial.

Um exemplo “simples” de 3D estereoscópico é o do filme americano Avatar, pioneiro no uso da estereoscopia no cinema, que transformou o 3D convencional em alta definição. A diferença é que para ver as imagens de Avatar “saltando” da tela era necessário o uso de óculos especiais, já que a tela do cinema é “convencional”. No caso da EyeFly 3D a tecnologia que possibilita enxergar as imagens dessa forma vai direto para a tela do seu dispositivo, por isso os óculos não são necessários. Aí você deve estar se perguntando por que o 3D sem óculos ainda não foi implantado nas grandes telas das TV’s e do cinema. A resposta é simples: distância e individualidade. A estereoscopia e o efeito parallax só funcionam em distâncias curtas, de até no máximo 60 cm entre a tela e o usuário.  Ainda assim o posicionamento da pessoa bem em frente à tela é fundamental para garantir a perfeita visualização da imagem tridimensional sem óculos. Se várias pessoas visualizam uma mesma tela ao mesmo tempo (como no caso do cinema ou TV) nem todas conseguirão ver a imagem em 3D estereoscópico com perfeição, pois não foi inventado um sistema que envie as imagens de forma sistêmica para os olhos de várias pessoas ao mesmo tempo.

Achou complicado? Dá uma conferida nesse artigo do TecMundo que explica de forma detalhada o efeito tridimensional do Nintendo 3DS e ilustra a estereoscopia e o efeito parallax num simples infográfico.

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Projeto Push Burton da Nokia

O Push Burton é mais um projeto, da série de projetos de hack, Push da Nokia. É uma parceria da Nokia com a Burton Snowboards para criar um sistema que transforme os movimentos dos snowboarders em dados.

O vídeo é muito interessante:

A iniciativa em si é muito bacana, pois pode promover a evolução do esporte ao computadorizar os dados das manobras, permitindo aos snowboarders terem real noção das ações que fazem e precisam fazer, e mais que isso, é um projeto colaborativo, que visa evoluir com a contribuição da comunidade de software livre.

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Vídeos conceituais

Para aguçar a nossa inspiração e pensar no que pode vir por ai:

Feito pela Mozilla, o Seabird é sobre o futuro mobile:

Feito pela arts and labor, sobre o futuro tecnológico que podem cercar atividades diárias, como ir para a escola e andar de carro: http://vimeo.com/13040249 (o autor retirou a permissão de embed do vídeo, por isso acesse o link para ver).

E o futuro do livro pensado pela IDEO:

O Caio fez uma análise muito interessante desse vídeo conceito da IDEO, vale a leitura.

Vídeos conceituais sempre são lançados e agora com mais freqüência. É bom para ver o que pode acontecer no futuro, mas também é preciso ter uma visão crítica dessas projeções. Perceba, que geralmente esses vídeos representam conceitos inseridos em contextos simplesmente ideais, com pessoas calmas, cidades tranqüilas e ações claras e prazerosas. Mas se o mundo real de hoje não está nem perto de ser assim, imagina no futuro? Por tanto, os conceitos podem parecer maravilhosos representados nessa realidade paralela, mas e se os inseríssemos no caos, que é o mais comum da vida cotidiana? Será que eles se sustentariam? Boa pergunta.

Outra questão importante a se pensar é a própria necessidade da criação de vídeos conceito. A idéia do “produto conceito” é e sempre foi muito explorada no mercado automobilístico e de fato muitos dos carros conceito acabam se tornando produtos reais. A mesma coisa agora ocorre com produtos interativos. Nos últimos anos diversos conceitos foram criados, de câmeras fotográficas e computadores a geladeiras. Empresas como Microsoft, Nokia e a própria Mozilla já andaram investindo nisso, enquanto Apple, por exemplo, se nega a projetar produtos conceito, mas curiosamente foi a empresa que integrou a produtos reais a tecnologia que se tornou o principal estilo de interação usado nos produtos conceito, o multi-touch. A pergunta é, quem se preocupa com produtos conceito de mais acaba perdendo o timing para produtos reais, para o aqui e o agora? Outra boa pergunta.

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The World’s biggest signpost

A agência sueca Farfar criou para a Nokia “The World´s biggest signpost”. A instalação foi feita em Londres, em uma das áreas mais movimentas da cidade. A ideia  foi criar uma grande placa que interagisse com as pessoas quando acionada por celular ou através do “The Good things map”. A iniciativa buscou divulgar os serviços de navegação oferecidos pela fabricante de celular que ainda são pouco utilizados. Confiram a ação.

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